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LA MI RÉ

No silêncio do som... as notas que ficam...

No silêncio do som... as notas que ficam...

LA MI RÉ

26
Fev08

Temporada de Música Gulbenkian

lamire

Vanguardas / Novas Vanguardas

  

 

“SEX AND DRUGS AND ROCK’N ROLL”

 

Sob o sugestivo título Pink Velvet Bad Trip, o Remix Ensemble apresenta um programa centrado em dois dos grupos mais influentes da cultura Rock dos anos sessenta

  

Domingo, 2 de Março, 19.00

Grande Auditório

 

 

Remix Ensemble

Peter Rundel Direcção

 

 

 

“Pink Velvet Bad Trip”

 

David Horn

Nova obra inspirada nos Velvet Underground

 

Vítor Rua

Nova obra inspirada em Interstellar Overdrive dos Pink Floyd

 

Fausto Romitelli

Professor Bad Trip, Lesson III

 

Wolfgang Mitterer

Nova obra para conjunto instrumental e electrónica

 

 

 

No passado século XX, o conceito de vanguarda não cingiu o seu âmbito de influência à criação erudita. Nomeadamente, a década de 60 marcou um ponto de viragem na então relativamente recente cultura rock, abrindo novos caminhos. Foi uma época de criadores malditos e de experiências vitais e artísticas levadas até ao limite. Este concerto propõe-nos uma espécie de reflexão musical sobre essa música, centrada nas míticas bandas Velvet Underground e Pink Floyd, ambas determinantes para a história do rock nos Estados Unidos e no Reino Unido, respectivamente. Elas incorporaram novos recursos expressivos e sonoros, desenvolvendo uma radical atitude criativa com alguns paralelismos na música erudita.

As duas encomendas da Casa da Música, do Porto, apresentadas neste concerto inspiraram-se no universo sonoro daqueles dois agrupamentos, universo esse com tanto de original, como de saturado e de opressivo. David Horn inspirou-se em Velvet Underground, enquanto Vítor Rua, baseou-se em Interstellar Overdrive, uma das visionárias peças que Syd Barrett criou para Pink Floyd antes de sucumbir nas redes da droga e da loucura.

O Remix Ensemble, sob a batuta de Peter Rundel, visitará ainda os limites testados sob a influência de alucinogénios pelo poeta francês Henri Michaux com Professor Bad Trip, Lesson III, de Fausto Romitelli. O programa fecha com uma nova obra de Wolfgang Mitterer, considerado um dos compositores mais inovadores da cena musical austríaca.

O compositor Luís Tinoco fará um comentário às obras em programa, uma hora antes do espectáculo (Auditório Três, 18h)

 

 

 

José Luís Figueira

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Serviço de Música

26
Fev08

Temporada de Música Gulbenkian

lamire

Vanguardas / Novas Vanguardas

Sábado, 1 de Março, 19.00

Grande Auditório-FCGulbenkian

 

Nash Ensemble

 

 No Centenário do Nascimento de Elliott Carter

 

Elliott Carter

Scrivo in vento, para flauta solo

Sonata para Violoncelo e Piano

Esprit rude/ Esprit doux, para flauta e clarinete

Quarteto com oboé

Canon for 4, para flauta, clarinete baixo, violino e violoncelo

Thomas Adès

Catch para piano, clarinete, violino e violoncelo

Oliver Knussen

Cantata para oboé e trio de cordas

Igor Stravinsky

História do Soldado

para  piano, clarinete e violino

 

 

Nascido em Dezembro de 1908, Elliot Carter é certamente o mais velho dos compositores actualmente no activo. A sua criatividade está ainda em plena efervescência, como o comprovam os seus Concerto para Trompa, Quinteto com Clarinete e “Interventions” para Piano e Orquestra, três obras escritas em 2007. Apesar de ser a obra orquestral aquela que lhe tem valido reconhecimento público mais significativo (dois Prémios Pulitzer e o elogio do próprio Igor Stravinsky), na sua música de câmara, que o Nash Ensemble irá aqui abordar, encontram-se exemplos depurados daquilo que constitui o essencial do seu estilo.

É sob o signo da homenagem a este compositor americano que o Nash Ensemble regressa ao Grande Auditório Auditório, o primeiro de uma série de concertos que assinalarão esta efeméride. O agrupamento londrino interpretará cinco obras de câmara que ilustram as razões pelas quais Carter é considerado um dos compositores mais importantes do século XX e deste início do século XXI. Delas, destaca-se a Sonata para Violoncelo e Piano, de 1948, uma das partituras mais importantes do repertório e também uma obra fulcral do modernismo americano. O rigor formal, assim como o seu trabalho sobre a textura e sobre a capacidade expressiva do timbre, por outro lado, evidenciam-se no Quarteto com Oboé, no Canon for 4 ou em “Scrivo in Vento”, obras igualmente escutadas neste concerto.

Ao lado do centenário compositor, constam ainda referências a Thomas Adés e Olivier Knussen, nomes importantes de duas diferentes gerações de compositores britânicos, nascidos já na segunda metade do século XX, e também Stravinsky, de quem se ouvirá A História do Soldado.

Uma hora antes deste concerto, às 18 horas, o compositor João Pedro Oliveira fará uma apresentação deste programa, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

 

 

José Luís Figueira

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Serviço de Música

25
Fev08

BRUXAS, MENTIRAS E BICHOS

lamire
Grande Auditório
Fundação Calouste Gulbenkian
Sexta, 29 de Fevereiro, 11.00
“Descobrir a Música na Gulbenkian” - Concertos Comentados para Jovens
 
Sexta, 29 de Fevereiro, 19.00
Sábado, 1 de Março, 16.00
“Descobrir a Música na Gulbenkian” - Concertos para a Família
 
 
Orquestra Gulbenkian
Osvaldo Ferreira Maestro
Fernando Luís Narrador
Catarina MolderComentadora
 
 
Sergei Prokofiev
Pedro e o Lobo, op.67
Anatoli Liadov
O Lago Encantado, op.62
Kikimora, op.63
Baba-Yaga, op.56
 
 
           
Duas bruxas feias, uma criança mentirosa e um lago encantado serão os protagonistas deste concerto, cujo programa estará preenchido por obras de Sergei Prokofiev e Anatoli Liadov. A Orquestra Gulbenkian, o maestro Osvaldo Ferreira e o actor Fernando Luís contarão 4 histórias que inspiraram a arte de ambos os compositores russos, numa iniciativa inserida no projecto Descobrir a Música na Gulbenkian, que contará ainda com os comentários de Catarina Molder.
A comum fascinação que numerosos compositores europeus sentiram pelas lendas não foi senão a manifestação de uma das tendências que se encontram no coração do Romantismo. O prazer derivado da evocação do passado e a deslumbrada sedução pela “alma” do povo e pela inocência da infância foram transformados em matéria artística, muito bem traduzida musicalmente nas obras que, nesta ocasião, serão apresentadas a meninos e graúdos. São elas Pedro e o Lobo, onde Prokofiev percorre de uma forma pedagógica alguns dos principais instrumentos da orquestra, e três poemas sinfónicos de Liadov baseados em contos tradicionais russos.
Muito apropriadamente caracterizada como “Conto de Fadas Sinfónico”, com libreto do próprio compositor, Pedro e o Lobo, que teve a sua estreia em 1936 no Centro Teatral Infantil de Moscovo, é aquela obra onde muitos aprenderam a diferenciar os timbres dos instrumentos e onde muitos tiveram a primeira constatação de que a música pode servir fins dramáticos. Prokofiev soube realizar magistralmente estes “objectivos” nesta aventura musical que nos conta uma história com a qual todas as crianças do mundo se identificam e que nos propõe, em simultâneo, uma outra aprendizagem importante – a de que a música é uma linguagem universal.
Quanto a Anatoli Liadov, compositor que viveu entre 1855 e 1914, aluno de Rimsky-Korsakov, ficou menos conhecido que Prokofiev, mas deixou-nos uma série de inspirados poemas sinfónicos onde coabitam fadas, heróis e guerreiros, personagens sempre gratas à fértil imaginação infantil.
Se Fernando Luís, que nestes concertos vestirá a pele do narrador, é um dos actores portugueses mais sólidos e versáteis da actualidade e também um dos rostos e vozes mais conhecidos das mais recentes gerações, Osvaldo Ferreira é um dos maestros mais interessantes do panorama nacional e também um dos que tem desenvolvido um percurso mais internacional. Estudou em Chicago e São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin, e foi laureado, entre outros, no Concurso Sergei Prokofiev. Cabe ainda destacar o seu trabalho como assistente junto de Claudio Abbado, em Berlim e em Salzburgo.
À parte dos intervenientes directos nas obras em programa, estes concertos contam ainda com a apresentação de Catarina Molder, que fará o seu comentário a este universo musical, ela que, de há uns anos a esta parte tem desenvolvido uma série de apaixonantes projectos voltados para o mundo infantil.
 
 
 
José Luís Figueira
Publicidade e Promoção
Serviço de Música
25
Fev08

Programação de Março, Abril e Maio - Eborae Mvsica

lamire
A programação de Março, Abril e Maio inclui:
  • o VI Ciclo Concertos “A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora”,
  • as Audições da Páscoa do Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica,
  • o Recital de Piano por José Eduardo Martins,
  • a XI Semana da Porta Aberta,
  • o Concerto Comemorativo do 25 de Abril pelo Coro Polifónico Eborae Mvsica,
  • o Workshop de Direcção Coral por Paulo Lourenço,
  • o Concerto pelo Ucalgary String Quartet, (EUA),
  • o Workshop de Metais
  • e a apresentação de Alunos de Música do 1º ciclo, no âmbito do Programa de Enriquecimento Curricular
25
Fev08

Conversa pré-concerto com Mário Augusto

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Judy Garland com a ONP
n’ O Feiticeiro de Oz
ONP Fora de Série – Cinema
Sexta-feira, 29 de Fevereiro
Orquestra Nacional do Porto
Neil Thomson direcção musical
21:00 | Sala Suggia | €15
Programa
Harold ArlenO Feiticeiro de Oz(com filme)
Conversa pré-concerto
Mário Augusto, jornalista da SIC
20:00 | Cybermúsica
 
Domingo, 2 de Março
Orquestra Nacional do Porto
Neil Thomson direcção musical
11:00 | Sala Suggia | €15
Programa
Harold ArlenO Feiticeiro de Oz(com filme)
 
Dorothy e o seu cão Totó, o Espantalho que procura inteligência, o Homem-de-Lata que gostava de ter coração, e o Leão que precisa de coragem sobem ao palco da Sala Suggia, com a Orquestra Nacional do Porto, no filme O Feiticeiro de Oz.
Estreado a 15 de Agosto de 1939 – 15 dias antes do início da Segunda Guerra Mundial – e contando com música de Harold Arlen, O Feiticeiro de Oz é um dos grandes sucessos da história do cinema, tendo recebido os Óscares de Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original.
 
Graças às mais recentes tecnologias, foi possível deixar na fita a voz dos actores e projectar o filme com acompanhamento orquestral ao vivo. É uma oportunidade única para ver um concerto de Judy Garland com a Orquestra Nacional do Porto.
  
Quando começou a desenvolver-se a produção do filme, em 1938, os estúdios da MGM e o seu director Louis B. Mayer apenas pediram um filme de família pensado para as crianças mas que desse aos adultos a possibilidade de sonhar. Técnicos, argumentistas e outros profissionais envolvidos sabiam apenas que era mais uma grande produção, que nem sequer tinha nome: era o projecto 1060 dos estúdios da Metro Goldwin Mayer. Afinal, não era só mais um filme.
Inspirado na história infantil escrita por L. Frank Baum, no início doséculo XX, O Feiticeiro de Oz teve um custo brutal para a época, com um orçamento que atingiu um milhão de dólares. Quanto aos argumentistas, foram 14 os que passaram por esta história. Já em filmagens, sucederam-se os acidentes com equipamento, as intoxicações alimentares e os desmaios num estúdio que a forte iluminação transformava num inferno. Entre 12 de Outubro de 1938 e 16 de Março de 1939, o esforço e pesadelo dos problemas da rodagem foram dando lugar às boas memórias de um filme inesquecível.
O verdadeiro mago de Oz foi Mervyn Leroy, o produtor que bateu o pé na escolha de Judy Garland, quando todos apostavam na pequena estrela Shirley Temple. Foi ele que garantiu ao realizador George Cukor que tinha ali material mágico para fazer um filme, que pediu uma banda sonora diferente com melodias tradicionais e acessíveis, numa perfeita sintonia entre a letra e a musica.
Estas e outras histórias sobre O Feiticeiro de Oz vão sercontadas por Mário Augusto, jornalistada SIC, numa conversa pré-concerto. É uma visita guiada, quase 70 anos depois da estreia do filme, pela estrada de tijolos amarelos, para lá do arco-íris.
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Assessoria de Comunicação
932687433
220120200
25
Fev08

San Francisco Jazz Collective

lamire
JAZZ
Terça-feira, 26 de Fevereiro
San Francisco Jazz Collective
Joe Lovano saxofones
Dave Douglas trompete
Stefon Harris vibrafone, marimba
Miguel Zénón saxofone alto, flauta
André Hayward trombone
Renee Rosnes piano
Matt Penman baixo
Eric Harland bateria
22h00 | Sala Suggia | €30
 
A Sala Suggia recebe o San Francisco Jazz Collective,um dos projectos mais estimulantes do jazz contemporâneo, que reúne alguns dos mais conceituados compositores e instrumentistas, com destaque para Joe Lovano e Dave Douglas.
 
Pelo 5º ano consecutivo, o octeto criado pela SFJazz lança-se numa temporada em que apresenta uma nova composição de cada um dos seus membros, juntando-lhes uma série de arranjos da música de um grande nome do jazz moderno – Ornette Coleman (2004), John Coltrane (2005), Herbie Hancock (2006), Thelonious Monk (2007) e agora Wayne Shorter.
 
O San Francisco Jazz Collective distingue-se não só pelo grau de talento, mas pela diversidade de talento: cada membro, para além de celebrado instrumentista, é também compositor e arranjador ilustre; a maior parte está entre os mais aclamados líderes de banda. A actual constituição do Collective consegue ainda um equilíbrio perfeito entre membros fundadores, outros veteranos de longa data e novos valores entusiasmantes.
 
Na sua quinta temporada, o Collective tornou-se um dos ensembles mais importantes do panorama actual do jazz internacional, tocando em salas de concertos e festivais prestigiados nos EUA, Europa e Ásia. Foi eleito “Melhor Grupo de Jazz Emergente” pelos críticos da DownBeat, em 2006, e atingiu lugares cimeiros nas listas de 2007 dos “melhores álbuns” pela National Public Radio e JazzTimes. Até ao momento, foram feitas quatro edições limitadas de CD’s documentando todo o repertório anual tocado ao vivo e um DVD gravado em França, no festival Jazz à Vienne, em 2007, para além de dois discos com colectâneas dos concertos.
 
O repertório de 2008 do SFJAZZ Collective engloba vários concertos. O alinhamento é alterado todas as noites, pelo que a selecção deste concerto é anunciada a partir do palco. Dividido basicamente a meio entre composições originais e novos arranjos de peças de um mestre do jazz moderno – a música do extraordinário saxofonista e compositor Wayne Shorter – este repertório, totalmente novo em cada temporada, traz uma visão única sobre a história recente do jazz e sobre o seu vigor na actualidade.
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Assessoria de Comunicação
932687433
220120200
25
Fev08

Curso de Música Antiga da ESMAE

lamire

Março

15

I Encontro de Consorts de Loulé

16 (11h30)

Concerto Promenade no Coliseu do Porto, Messias de Handel,

Orquestra de Música Antiga da ESMAE (dir. Benjamin Chénier)

Concerto Promenade no Coliseu do Porto, Messias de Handel,

ESMAE's Baroque Orchestra (dir. Benjamin Chénier)

16-19

V Curso de Música Antiga na ESMAE (ver anexo)

V Early Music Course at ESMAE (see attachment)

 

________

Abril

12 (21h30m)

Concerto na Casa da Música, Concertos a 2, 3 e 4 Cravos de J.S. Bach,

---participação dos alunos de cravo do Curso de Música Antiga da ESMAE

Concert at Casa da Música, J.S. Bach's concerts for 2, 3 and 4 harpsichords,

participation from the harpsichord students from ESMAE's Early Music Department

participação dos alunos de flauta de bisel do Curso de Música Antiga da ESMAE I Recorder Consort Meeting at Loulé

participation from the recorder students from ESMAE's Early Music Department

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Informação:

Curso de Música Antiga da ESMAE: musicantiga.esmae@gmail.com

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