Sábado, 21 de Junho de 2008

Homenagem a Guilhermina Suggia - Casa da Música

Steven Isserlis e ONP
interpretam concerto de Elgar
 
 
 
Ao Meio Dia
Domingo, 22 de Junho
Orquestra Nacional do Porto
Joseph Swensen direcção musical
Steven Isserlis violoncelo
12h00 | Sala Suggia | €5
Programa
Edward Elgar Concerto para violoncelo e orquestra
 
 
O violoncelista Steven Isserlis e a Orquestra Nacional do Porto apresentam, na Sala Suggia, o Concerto para violoncelo e orquestra de Edward Elgar, em homenagem à intérprete que deu nome ao grande auditório da Casa da Música.
 
Nascida a 27 de Junho de 1885, no Porto, Guilhermina Suggia revelou, desde muito cedo, um grande talento para a música e foi o seu próprio pai, Augusto Suggia, quem lhe leccionou as primeiras aulas de violoncelo. Suggia assumiu-se como a primeira portuguesa a fazer uma carreira profissional como violoncelista, tendo vivido momentos de apoteose nos palcos europeus.
 
A 22 de Junho de 1933, Guilhermina Suggia interpretou, pela primeira vez, ao vivo, o Concerto para violoncelo e orquestra de Elgar. Também a 22 de Junho, mas quinze anos mais tarde, a violoncelista apresentou o seu último concerto na cidade do Porto. Neste dia 22 de Junho, em que se comemoram, respectivamente, os 75 e 60 anos da interpretação do concerto de Elgar por Guilhermina Suggia e da última actuação da intérprete na cidade do Porto, Isserlis e a ONP assinalam a data com a interpretação de uma das obras predilectas desta brilhante violoncelista.
 
Steven Isserlis, distinguido em 1970, em Londres, com o Prémio Suggia, é um violoncelista com uma paixão pela música que o coloca à vontade tanto em música de câmara como em recital e em concertos com algumas das orquestras e dos maestros de maior prestígio mundial. Natural da Grã-Bretanha, Isserlis manifesta um forte interesse pela interpretação histórica, tocando com muitas das mais destacadas orquestras de instrumentos de época. Com uma vasta discografia e uma preenchida carreira concertista, Steven Isserlis é uma referência na interpretação do Concerto de Elger que gravou para a Virgin Classics. Outro interesse de Steven Isserlis é escrever e tocar para crianças, tendo lançado dois livros pela Faber and Faber: Why Beethoven Threw the Stew e Why Handel Waggled his Wig.
 
Na direcção musical do concerto está Joseph Swensen, actual Maestro Titular da Malmö Opera och Musiktheater e Maestro Emérito da Orquestra de Câmara da Escócia. Antes de optar pela carreira de maestro, Swensen gozou de uma carreira como violinista muito bem sucedida. Actualmente, este nova-iorquino, descendente de noruegueses e japoneses, residente em Copenhaga, efectua também aparições como solista, uma extensão natural do seu trabalho como maestro.
 
Este concerto é comentado por Fátima Pombo que, em diálogo com Steven Isserlis, dá a conhecer aspectos específicos da obra e vida do compositor, assim como de Guilhermina Suggia.
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Casa da Música

 

Casa da Música festeja
 S. João na Praça
 
 
A Casa da Música sai à rua na noite de S. João para se associar à festa maior da cidade. Para além da Orquestra Nacional do Porto, a quem cabe a abertura dos festejos, a Casa da Música convida os Irmãos Catita e os Rádio Macau a animar esta longa madrugada que fica ainda marcada por uma sessão de fogo-de-artifício. É o primeiro de uma série de concertos que, ao longo dos próximos meses, fazem o Verão na Praça.
 
 
 
Segunda, 23 de Junho
Orquestra Nacional do Porto
Joseph Swensen direcção musical
Joly Braga Santos Stacato Brilhante
Carl Nielsen Abertura Maskarade
Edvard Grieg Suite n.º 1 Peer Gynt
Richard Strauss Don Juan
Leonard Bernstein Abertura Candide
22h00 | PRAÇA | Entrada Livre*
 
 
A abertura das festividades cabe, como habitualmente, à Orquestra Nacional do Porto. É o disfarce que marca o seu programa criado propositadamente para assinalar a noite em que a cidade se transforma para festejar o seu santo padroeiro.
 
Um baile de máscaras que esconde dois jovens apaixonados em Maskarade, uma dança que seduz um falso profeta em Peer Gynt ou peripécias das personagens Don Juan e Candide, celebrizadas por Strauss e Bernstein, respectivamente, são apenas alguns dos disfarces implícitos num programa repleto de grandes sucessos da Música Clássica.
 
Neste programa, a ONP é dirigida por Joseph Swensen, maestro nova-iorquino, descendente de noruegueses e japoneses, residente em Copenhaga, e que actualmente desempenha funções na Malmö Opera och Musiktheater e na Orquestra de Câmara da Escócia.
 
 
Irmãos Catita | Rádio Macau
00h00 | PRAÇA | Entrada Livre*
 
A noite prossegue com Rádio Macau, uma das melhores bandas portuguesas dos anos 80’, e com os irreverentes Irmãos Catita.
 
Autores de algumas das canções mais emblemáticas da música pop portuguesa, como O Anzol ou Amanhã é sempre longe demais, os Rádio Macau apresentam na Casa da Música o seu mais recente trabalho discográfico, 08’, compostos por doze temas e que tem na música Cantiga d’Amor o seu primeiro single. O oitavo disco marca o regresso daquela que é uma das bandas mais influentes do rock nacional a uma forma mais tradicional de escrever canções, depois de alguns discos mais experimentais.
 
Controversos e politicamente incorrectos, os Irmãos Catita prometem momentos de pura diversão, sem limites, alimentados de duplos sentidos e ironias intencionais. Os Irmãos Catita apresentaram o seu primeiro álbum, Very Sentimental, em 1998. Com temas como Conan, o Homem-Rã, Lourenço Marques e Fado do Barnabé, o sucesso do disco levou a banda portuguesa a gravar um novo registo, intitulado Mundo Catita, um registo cheio de humor e letras desbragadas que, para além da brincadeira pura, apresentam contornos de preocupação social.
 
A receita do sucesso dos Irmãos Catita passa pelo tom irónico e pelo sarcasmo que transparece na forma como abordam questões da sociedade contemporânea, numa mistura de géneros, que vai desde o yéyé e o bolero à rumba e ao tango.
 
 
*Entrada livre condicionada ao número de lugares disponíveis
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Casa da Música - Menino-prodígio do jazz

 

Menino-prodígio do jazz alemão é convidado especial
 
  
 
Carlos Bica apresenta
Matéria Prima
 
 
 
                           
 
Sexta, 20 de Junho
Carlos Bica contrabaixo
João Paulo piano
Mário Delgado guitarra
João Lobo bateria
Matthias Schriefl trompete
22h00 | Sala 2 | €10
 
 
Carlos Bica, referência maior do jazz europeu, apresenta na Casa da Música o seu mais recente projecto musical, Matéria Prima.
 
Neste concerto, Carlos Bica procura, através de um repertório maioritariamente constituído por composições da sua autoria, expor aquilo a que o próprio contrabaixista chama portuguesismo na música improvisada.
 
Nascido da vontade de criar uma formação constituída na sua essência por músicos portugueses, o projecto Matéria Primaconta com a participação de alguns dos melhores intérpretes. Para além de Bica no contrabaixo, a iniciativa integra o pianista João Paulo Silva e o guitarrista Mário Delgado, dois artistas de topo do panorama nacional, e a jovem revelação da bateria, João Lobo. O convidado especial deste concerto é o trompetista Matthias Schriefl, um jovem músico que recebeu inúmeros prémios nacionais e internacionais e que é considerado pela crítica especializada o menino-prodígio do jazz alemão.
 
A carreira internacional de Carlos Bica tem proporcionado ao contrabaixista o contacto com músicos de diferentes nacionalidades, das mais diversas escolas e estilos musicais, procurando em cada um a habilidade de contar histórias com uma única matéria-prima, o som. Entre os músicos com quem Carlos Bica tem trabalhado, destacam-se o guitarrista alemão Frank Möbus e o baterista norte-americano Jim Black,companheiro no seu trio Azul.
 
Falar da música de Carlos Bica é salientar a forma como nela se misturam referências de diferentes universos, da música erudita contemporânea à folk, ao rock, ao jazz e às músicas improvisadas, o que descreve a própria trajectória do intérprete e compositor. Carlos Bica frequentou a Escola Superior de Música de Würzburg, integrou a Orquestra de Câmara de Lisboa, trabalhou e gravou na área da música popular portuguesa com Carlos do Carmo e Camané e participa regularmente em festivais de Jazz internacionais.
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